• Frederico Costa

Marketing Digital ou Digitalização do Marketing?



Já parou para pensar nesse questionamento?

Vamos aos fatos e veja o que acha dessa nossa análise. Não queremos aqui aprofundar em conceitos, mas apenas elucidar o que viemos falando internamente na empresa a cada nova publicidade paga que roda nossa timeline anunciando cursos de marketing digital.


Evidentemente que estar com negócio em meio digital e não mais exclusivamente fisicamente, deixou de ser opção, mas questão de sobrevivência. A pandemia acelerou esse processo de presença digital e muitos são os cursos na área de marketing digital e empresas cada vez mais especializadas em gestão de redes e mídias digitais.


Será que estamos olhando com sustentabilidade para os negócios, não estamos esquecendo os veículos tradicionais de comunicação, publicidade e propaganda?


O que temos percebido é um profissional cada dia mais jovem assumindo funções cruciais e estratégicas de comunicação de marcas, especialistas em algoritmos e entrega de conteúdo digital, medição de indicadores de performance, ensinando nos diversos cursos online, hacks tecnológicos para melhor entrega de conteúdo.


E o conteúdo, está acompanhando essa transformação?

Vitrines digitais no instagram por exemplo são práticas saudáveis e sustentáveis para o negócio? Temos percebido muito a presença de “influencers digitais” nestes canais de mídias sociais. Mas e esses influencers são também transformers? O que eles comunicam engaja com público por que eles praticam no seu cotidiano aquilo que prega e divulga nas suas redes? O que entendemos claramente é que está faltando cabelo branco nas agências e nas empresas de publicidade e propaganda. Ops, até o nome está mudando, podemos chamar de agências de marketing digital.


As ementas dos cursos, o perfil profissional que as empresas buscam, estão cada vez mais relacionados a entender os mecanismos de entrega do conteúdo em formato digital, com estratégias de receitas de bolo, como número de posts que deve seguir, formato de publicação em cada rede, enfim, uma infinidade de “segredos” que vão sendo descobertos para atingir o maior público.

E essa massificação de conteúdo, não está sendo repetitivo? Bom, os indicadores estão lá para isso, e devemos estar sempre atentos.

Mas, o perfil do profissional “raiz” de publicidade e propaganda, está cada vez mais sendo substituído pela geração “Nutella”, com perfil digital e menos estratégico no quesito conteúdo.

Ou seja, quem está sabendo equilibrar a experiencia de um bom publicitário com técnicas digitais, tem sobressaído no posicionamento de marca.


Então concluímos que quem está praticando a digitalização do marketing em suas agências ou mesmo dentro das corporações, está no caminho mais saudável e sustentável. As estratégias são mais duradouras e comprometidas com o público consumidor. A marca está mais humanizada e engajada. Para quem está pensando somente no digital, provavelmente está desperdiçando um bom dinheiro.


Sem dúvidas, a estratégia mais sustentável é sempre manter a qualidade e a verdade em tudo que se propõe a fazer, seja um produto ou serviço. Surpreenda, entregue mais, entregue o contratado e o necessário para o seu cliente, principalmente aquilo que ele não havia percebido a necessidade. O boca a boca digital funciona, é barato, cresce mais lentamente, porém de forma mais sólida e consolidadora.


No marketing de destinos por exemplo, encontramos diversas vezes ações para promover destino, mas será que o destino está preparado em qualidade e quantidade para atender um possível sucesso de campanha publicitária?


A solução? Assertividade!

Uma gestão estratégica com base em dados, resultados de pesquisas, diagnósticos e big data, permitem a tomada de decisão, o investimento em marketing de forma acertada, e o monitoramento das ações.

E você, acredita no Marketing Digital ou na Digitalização do Marketing?


14 visualizações0 comentário

Posts recentes

Ver tudo